Viver não é para amadores
A finitude da vida é simples e assustadora. Ao mesmo tempo em que morremos um pouco a cada dia sem que, para a maior parte das pessoas, isso seja sentido, ela exige que tenhamos o falso controle sobre ela.
Para viver é importante que saibamos o nosso lugar. O lugar do inacabado, do vulnerável e do descartável que flerta com a sensação de poder, de domínio e de manipulação.
A gente só tem a vida enquanto ela nos quiser. Esse é o acordo. Existem diversos atores nesse teatro onde cada pessoa é mais uma sem um papel plenamente definido.
Entender-se neste lugar de inquilino pode fazer muita diferença na vida de quem escolhe a vida que tem.
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