Não há transformação da sociedade sem conhecimento. Não há feminismo sem acessibilidade. Pensando desta forma é que resolvi compartilhar alguns dos textos e livros com temática feminista aqui no blog. Espero que ajude tanto no seu crescimento pessoal quanto político. Basta clicar aqui e você será direcionada (a) para a pasta no Drive. Ah! Recomendo que sempre que possível visite a página, pois a mesma sofrerá constantes atualizações em seu conteúdo na tentativa de aumentar o compartilhamento de informações acerca da temática feminista, especialmente do feminismo negro. Um cheiro! <3
Com a proximidade dos 40 anos, tenho sido invadida por pensamentos acerca de comportamentos pertinentes ou não para as minhas próximas (quem sabe?) quatro décadas. Me pergunto sobre o que manter, o que tirar, o que encarar. Quais posturas devo ou não continuar cultivando? O que devo ou não aceitar que não me pertence? O que é que eu estou tentando insistir em aceitar que seja pra mim quando na verdade não é? O que está parecendo que seja uma enorme falácia que tento me convencer? A quais mais tratos me submeto sem nem compreender que seja isso mesmo e a troco de que? São tantas reflexões...tantos pensamentos. Aos mesmo tempo tantas lições. Penso também em quanto dinheiro jogado fora em troca de nada, ou melhor, em troca de sensações que não são eternizadas. Me pergunto também sobre o que estou aprendendo com o outro e com o medo. O quanto o medo tem me ensinado a não viver, mas também a me preservar e qual a diferença entre uma coisa e outra. Olhar para a trajetória até aqui e con...
Sou uma mulher das palavras. Sou professora. Pesquisadora. Pessoa da oração. Do tarô. Da poesia. Do diálogo. Da psicanálise. Sensível. Tive que aprender a ter disciplina para poder conseguir muita coisa. No dia 10 de maio de 2024, ontem, ouvi minha voz ao falar para uma turma de 50 jovens, as seguintes palavras: "Lágrimas não pagam contas. Diplomas também não." O tema da aula era sobre tipos de clientes e eu discursava sobre a importância de nos vermos como vendedores/as. Estava empenhada em ajudar a minha turma a cogitar outras estratégias de sobrevivência para além da CLT e, para tal, utilizava a narrativa da autoconfiança na monetização de conhecimentos e talentos para a garantia da sobrevivência deles. Certo é que não há sobrevivência em um mundo capitalista apenas fazendo o que se gosta, isso porque até para fazer o que se gosta é necessário fazer algo que não se tem tanto apreço assim. Manter o foco, a disciplina, a seriedade em um (o...
Comentários
Postar um comentário